Como melhorar a qualidade de vida tendo diabetes

Os glicosímetros, aparelhos utilizados para ler o resultado obtido a partir de uma fita e uma gota de sangue tirada da ponta de um dedo, foram criados na década de 50 e só se popularizaram no Brasil nos últimos 20 anos.

Agora que todo diabético conhece de perto o que é uma ponta de dedo – como também é chamada a glicemia capilar – um exame relativamente novo vem complementar seu tratamento e dar maior segurança no monitoramento de suas taxas e busca de parâmetros para a sua medicação. Trata-se do HbA1C, exame de hemoglobina glicosilada.

A glicemia capilar serve tanto para diagnosticar o diabetes quanto para o diabético já diagnosticado possa saber a quanto andam suas taxas em determinados momentos: antes ou depois de se alimentar ou quando faz algum exercício, por exemplo. Esse exame mede a concentração de açúcar no sangue no momento em que é feito.

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Como os índices de glicemia mudam muito frequentemente durante todo o dia, em relação à dieta e exercício praticado, o valor isolado da medição informa muito pouco ao médico sobre a situação do paciente a médio prazo. É por esse motivo que a comunidade científica foi buscar no exame clínico chamado HbA1C, ou simplesmente A1C, parâmetros capazes de mostrar numa média ponderada como se comportou a glicemia da pessoa no período de 60 a 90 dias antes do exame.

Segundo a endocrinologista, Dra. Sandra Roberta Gouvea Ferreira, do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), “um exame complementa o outro e nenhum deles deve ser dispensado”.

Ela explica que alguém com glicemia constante de 160 mg/dl pode apresentar A1C de 7%, mesmo índice de outro diabético que tenha glicemia variando entre 40 e 250 mg/dl. A correta avaliação do tratamento só pode, portanto, ser feita a partir do exame de A1C em conjunto com diversas medições de glicemia durante o dia. Essa avaliação deve ser feita a partir de uma média de 3 exames de A1C por ano.

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